quarta-feira, 7 de outubro de 2020

A cumplicidade do BNA nas ilegalidade do Banco Econômico

 

A cumplicidade do BNA nas ilegalidade do Banco Econômico



O Banco Economico na altura BESA,  bloqueou contas de  empresas se familiares do Banqueiro Álvaro Sobrinho,  desde 2013, e manteve-as assim, de forma arbitrária e sem mandado Judicial.
Esta total arbitrariedade só foi possível  com a conivência de acionistas e administradores do Banco Economico que contaram sempre com complacência total do Banco Nacional de Angola. Quer a PGR, a UIF e os tribunais nunca mandaram Congelar as Contas de empresas da Esposa e Filhos de Álvaro Sobrinho que existem a mais de 15 anos e mesmo depois das contas estarem bloqueadas  sempre se mantiveram a trabalhar.
Esta decisão totalmente ilegal, incompreensível e condenável, foi sendo mantida pelas várias administrações do Banco Económico, desde junho de 2013, até ao momento actual. 
A Providência Cautelar interposta pela Anjog , Ocean Private e Investleader, contra o Banco Económico, foi feita em Setembro de 2019.
Em Junho de 2020 a Juíza ,  depois de analisar os factos provados em Tribunal, decidiu pelo descongelamento das contas, e ordenou que as transferências solicitadas pelos requerentes fossem feitas. Tal decisão , foi sustentada depois do Tribunal ter consultado a PGR, a UIF e o BNA. 
Só aí se percebeu que o BNA era a Instituição que estava a dar o respaldo, ilegal e absurdo ao Banco Economico para este continuar a manter as contas congeladas. Todos sabemos que o BNA não tem poderes, para, de qualquer forma, incentivar ou dar respaldo a qualquer instituição bancária para bloquear contas de clientes.
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